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“RICO PARA COM DEUS”

Lc 12.13-21

No final do texto acima temos essa expressão deixada por Jesus Cristo: “RICO PARA COM DEUS”. O assunto principal entre os vv 13 a 34 é a vida: é o possuir e o viver; e todo o assunto é provocado a partir de um pedido desmedido feito a Jesus. Era comum que questões de herança fossem resolvida pelos rabinos, e esse homem procura o Mestre Jesus querendo uma solução conforme sua imaginação ou conforme seus desejos parciais e não com justiça. Por isso Jesus não atende e ainda lhe prega essa mensagem: você é um homem louco, v.20. Em contrapartida, Jesus reprova a avareza (todo o texto) e ensina sobre o “RICO PARA COM DEUS” que:

Contrasta com o rico que era louco. Esse homem que abordou Jesus era louco pelo mundo; era louco em seu comportamento mundano; era louco na perspectiva de mundo, sem nenhuma visão de “ser rico para com Deus”. Enquanto o homem louco confia nas riquezas o homem rico para com Deus sabe que somos mordomos. E tem muita gente ainda hoje que não aprendeu esta lição: somos mordomos dos bens que possuímos, pois “Deus tudo nos proporciona para o nosso prazer” e isso é temporário! Enquanto o homem louco tentou reservar as bênçãos de Deus unicamente para seu benefício próprio, o homem rico para com Deus aprende que nossos bens nos proporcionam prazer, mas devemos ser generosos, não gananciosos, nem orgulhosos! Sim, o homem rico entesoura para si julgando que esta vida é de mais valor que a vida eterna – preferia “entesourar para si mesmo” (v.21), enquanto o homem rico entesoura para a eternidade.

Entesoura para a eternidade, v.20,21. O homem de Deus, rico para com Deus, não entesoura para si mesmo, diz o texto. Todo louco precisa de uma transformação interior, e com esse homem não era diferente… Ele não precisava apenas de um julgamento justo em questões financeiras, ele precisa de transformação interior. Agostinho disse: “Ele pediu metade de uma herança na terra; o Senhor lhe ofereceu uma herança inteira o céu. O Senhor deu mais do que ele pediu”. Você está entendendo? Estamos falando de coisas materiais, mas principalmente do que é eterno! Tesouros no céu! O que temos preparado? Nossas metas para este ano apontam mais para o que é terreno ou apontam, principalmente, para o que é eterno? Ler Cl 3.1-4.

Conhece o caminho do contentamento. O descontentamento é uma tragédia! É fruto da avareza. O descontentamento gera doentes de tristeza, e quem deposita seu conforto e sua esperança em bens materiais é inimigo de Deus (João 16.13). Vivemos numa cultura extremamente consumista, e por isso a cobiça é subestimada. Precisamos, pois, descobrir com certa urgência, a fonte do contentamento: leia, por exemplo, Sl 16.5 e Fp 4.11. Contentamento é a palavra de ordem! Ou você se liga no céu ou você se liga na terra. Sim, a maior riqueza duradoura é possuir Deus. Feliz 2019!

a) Rev. Adilson Souza dos Santos